domingo, 22 de julho de 2018

É hora de afrouxar os cintos?

E aí pessoal, tudo bem?

Este final de semana aproveitei para sair um pouco e conhecer novos lugares na cidade onde vivo. Sem nenhuma pretensão, encontrei uma loja conhecida pela qualidade de seus produtos de vestimenta (aquelas lojas que blogueiras compram e recomendam, por exemplo).

Vi que estavam em promoção e entrei para conhece-la. E qual foi a minha surpresa ao me apaixonar por uma jaqueta de couro legítimo no valor de 700 reais? Pois é, sai de casa com o objetivo de me divertir e acabei com uma bela dúvida de comprar ou não esse produto.

O bom é que havia a possibilidade de experimentar e comprar online e foi o que eu fiz. Dica número 1 nesses casos de "descontrole emocional" é sempre se ausentar do local onde você está quase gastando uma fortuna. Experimentei alguns modelos, verifiquei os preços, testei, etc. Não comprei, sai da loja e falei que ia pensar e compraria online.

Pois bem, dia seguinte estou aqui, com dúvidas. Me apaixonei de verdade pelo modelo e tecido, não tenho nenhuma jaqueta de couro de verdade no meu guarda-roupa e é uma peça que faz falta. Sei que couro legítivo dura no mínimo uns 15 anos e pode durar até a vida inteira dependendo do estado de conservação, então se pensarmos que esse produto é um investimento de longo prazo, para mim faz sentido.

Porém o meu pao-durismo ainda não me largou. E aí começo a pensar se, com 1 milhão  na conta, já não seria o momento de afrouxar os cintos e curtir um pouco a jornada. Ou mais que isso, ao invés de comprar vestimentas com o foco sempre em preço (também qualidade, mas em segundo lugar), se qualidade não deveria vir em 1º lugar antes de mais nada.

Falando mais especificamente em vestimentas, eu nunca NUNCA nunca na minha vida liguei para marca. Eu realmente sempre fui em lojas de departamento e fiz minhas compras muito feliz quando precisava de algum item específico. Porém, hoje vejo que a marca, não pelo nome, mas pela qualidade, pode fazer uma diferença enorme.

Itens que eu comprei de marcas famosas em promoções (porque só assim que eu comprava essas coisas), ainda estão no meu guarda-roupa e eu ainda os uso porque estão em ótimo estado. Se pensarmos em por quando tempo que a gente pode utilizar essa vestimenta (tirando até o aspecto emocional de você se sentir bem, se sentir segura quando veste determinada roupa, sentir orgulho por poder ter comprado aquele item, etc), para mim faz todo o sentido.

E pensando no meu mindset: dividindo o valor total pelo número de anos que vou utilizar o item. Páro para pensar e me pergunto: por que eu sempre estou olhando o preço das coisas? Por que para mim algo tem que valer a pena do ponto de vista monetário? Será que não está na hora de pensar na "felicidade" que eu vou ter por ter aquele item? De como vou me sentir bem?

É incrível como na caminhada para a IF nosso mindset muda totalmente. A gente se foca tanto em preço, quantidade monetária e outros aspectos financeiros e esquece totalmente a parte sentimental/emocional das coisas (mesmo porque juntar o dinheiro já toca na nossa emoção de forma incrível depois de um tempo...rs). Mas será que agora não é a hora de voltar um pouco a régua e pensar como que eu posso me sentir bem com algumas compras?

Vamos do 8 ao 80 na jornada da IF. Que horas deveriamos mover a régua novamente para os 40? Após 1/5 da jornada completa (meu caso que quero atingir os 5 milhões)? Após 50% da jornada completa? O que vocês pensam?

Estou numa dúvida danada sobre a jaqueta, mas acho que vou comprar. Ou não vou, pensando que o inverno está no final e posso comprar no ano que vem? Os 700 reais podem ser parcelados em até 6x, mas ainda assim estamos falando de mais de 100 reais ao mês.

Dúvida cruel, me ajudem!?

IFM

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Quando cai o salário...

Salário.

Eita negócinho difícil de conseguir. Ainda no colégio, nos preocupamos com isso pensando qual profissão vamos seguir. Ao entrar na faculdade, a ansiedade por entrar no mercado do trabalho e conseguir aquele tão esperado primeiro trabalho é enorme.

Mas aí você não consegue. Tem que passar a buscar "bicos" e freelancers. Eu comecei assim, como freelancer. Trabalhava aos finais de semana e no final do mês conseguia meus 130, 150 reais. Que alegria era pegar aquele suado dinheirinho no final do mês. Em meses movimentados, 200 reais. Guardava sempre uns 5 ou 10 reais e colocava na poupança. Era muita felicidade ir lá buscar  o dinheiro. Era o início da minha independência.

E aí veio o estágio. Aí sim eu ia ganhar para valer. Me lembro do meu primeiro estágio até hoje. 800 reais foi o que eu recebi de bolsa-auxílio por meses a fio. Eu era extremamente grata e mesmo gastando quase todo o dinheiro para poder ir trabalhar, eu sabia que estava no caminho certo. Olhava para o meu chefe, que ganhava uns 2.200 reais na época e pensava: caraca, ele é rico! É isso que quero.

Me esforcei, me esforcei muito mesmo para ser efetivada. Tudo que era oportunidade eu agarrava com unhas e dentes. Era a chance de "me dar bem". E me dei, fui efetivada antes de completar 1 ano de estágio.

Aí foi o céu. Era eu que ganhava os 2.200  reais. Comecei a investir em ações. Ganhei. Perdi. Ganhei muito. Perdi metade. Sai das ações e voltei para a poupança. Continuei extremamente focada em carreira e investimentos. Cada salário, cada centavo era valorizado.

Fui evoluindo. 5% de aumento aqui, 10% ali, 3% acolá. Cada aumento comemorado. Cada aumento valorizado. Para mim, era como se eu subisse degrau por degrau. Cada 5% a mais, era um valor que seria acumulado para o próximo aumento.

A primeira promoção foi difícil. Me lembro até hoje de ter ido conversar com meu chefe na época e perguntar porque não tinha sido promovida ainda. Me preparei muito para essa conversa e estava muito ciente de que merecia. Meses depois a promoção veio. E que alegria. eu subia um super degrau.

Lembro de cada promoção, lembro de cada aumento. Cada caída de salário. E porque que estou falando disso hoje? Porque é fácil a gente se esquecer de onde viemos. É fácil esquecermos de tudo que passamos e como cada real foi importante para compor o patrimônio que hoje tenho.

Às vezes, parece que estamos estagnados. Sempre queremos mais. o Ser-humano é assim. Podemos estar no cargo e posição que sempre quisemos. Podemos estar com o salário que sempre sonhamos. Mas ao chegar nesse patamar, a gente sempre pensa que pode mais. E olha para o lado e vê que alguém pode mais. E olha para frente e vê que podemos mais. Mas é preciso reconhecer o presente.

O presente. Palavrinha difícil que não nos deixa achar que chegamos onde queríamos. Ele quer que olhemos para o futuro. Mas a verdade é que hoje parei para pensar. Hoje, ao entrar na minha conta bancária, vi o quanto é bom ter esse excelente salário caindo na conta. A sensação é de não-progresso nos últimos tempos, mas, poxa, que belo número. A cada mês tenho um belo número na conta corrente. Um número que sempre sonhei. Um número que achei que seria muito difícil alcançar. Mas alcancei.

Olho para trás, que bela história. Olho para trás, quantas conquistas, quantas oportunidades, quanto esforço e quanto suor. Esse número hoje na conta? É a recompensa. A IF, a grande IF meus caros, deve estar logo aí. Ainda tem muita coisa para conquistar. Ainda tem muitos degraus para subir. Bora lá, a vida não espera.

Abs,
IFM

terça-feira, 17 de julho de 2018

Aquelas pequenas pendências do dia-a-dia

Não sei vocês, mas eu sou daquelas que ENROLA MESMO para completar algumas pendências do dia-a-dia.

Admiro quem consegue se organizar bem e não tem preguiça de tirar "algumas coisas da frente". Vou dar alguns exemplos para vocês:

1) Agendar médico
2) Agendar aquela clínica que você já pagou 10 sessões de alguma coisa (ESTÁ PAGO!!!)
3) Cancelar assinatura de revista ou qualquer outra assinatura que você não vê mais utilidade
4) Mudar de operadora de celular ou de tv à cabo (que está te roubando)
5) Fazer aquele trabalho que você vai ter que apresentar no dia seguinte (e no fim você passa a madrugada fazendo porque deixou para a última hora)
6) Limpar o celular que já está sem memória
7) Fazer backup do celular, do computador, enfim.
8) Organizar armário, documentos, etc.
9) Acertar conta com amigos, de viagem, por exemplo. 
10) Se candidatar à vagas que você viu que te dariam uma oportunidade melhor de carreira e, por preguiça, você não fez.

Aqui é uma lista bem real, de coisas que eu vivo "postergando" e acabo ficando chateada comigo mesmo por postergar. Por que será que fazemos isso? Sinceramente, não sei.

Estou colocando uma meta bem séria na minha vida que é tirar pelo menos 2 itens que estão pendentes a cada pelo menos 2 finais de semana. Por quê? Porque quando você risca um desses itens "por fazer", você se sente melhor, sua auto-confiança melhora e você se sente mais feliz.

Relato real: este último final de semana eu fiz isso. Mudei uma operadora que eu estava (pasmem), há pelo menos 6 meses pagando um valor muito maior que eu precisava. Mesmo quando mexe no meu bolso, muitas vezes tenho preguiça. Pois bem, essa pendência já era, devo ter a operadora trocada nos próximos 3 dias e devo ter pelo menos uns 70 reais a mais por mês por conta disso.

Outro relato real: me candidatei a algumas vagas. Arrumei meu CV que eu não atualizava há pelo menos 10 meses e me candidatei à 5 vagas que vi na internet (fazia exatos 1 ano que eu não me candidatava a nada).

A lista continua grande, mas e daí? Próximos finais de semana estão aí para eu ir riscando essa lista toda. E qual o sentimento no final? De missão cumprida e realização. E porquê apenas enrolamos e deixamos a lista ficar maior? Ainda não sei.

Mas o objetivo desse post é mostrar que a vida passa rápido e a gente precisa tirar essas pendências da frente. Isso não faz somente a gente se sentir melhor, mas muitas vezes até trás economia para o nosso bolso.

Eu encorajo você a ir fazendo sua lista e ir riscando progressivamente até chegar ao número de itens ZERO nela.

Abs!
IFM

sábado, 14 de julho de 2018

E o futuro do trabalho?

E aí pessoal, tudo bem?

Estava lendo a Você S/A hoje e me deparei com a matéria da capa "com trabalho e sem emprego". Detalhe, antigamente eu frequentava livrarias para não ter que pagar pela revista, hoje em dia eu a assino, mas estou pensando em parar de assinar (porque não vejo tanta utilidade nas reportagens).

Comentário sobre como se manter atualizado e não pagar nada por isso à parte, fiquei assustada com os números dessa matéria. Hoje, metade das pessoas que estão no mercado de trabalho são CLT e a outra metade, são autônomos, freelancers, enfim, pessoas que não tem o registro formal em carteira.

Honestamente eu não imaginava que tinhamos um número tão relevante assim. A explicação disso é parte a crise pela qual passamos, mas muitos outros fatores influenciam. A projeção é que nos próximos 5 anos vamos ter uma proporção 80% - 20%. E aqui os 80% são de autônomos, sendo que 20% apenas serão os CLTs.

Acredito que tenham prós e contras nos dois modelos de trabalho. Mas não podemos deixar de ressaltar que, tirando alguns autônomos que realmente tem um ganho muito superior à média (TI, médicos, dentistas, etc), a grande maioria vive em sub-empregos e chegam a ganhar até 50% do salário de uma pessoa em função similar, mas com registro em carteira.

A reportagem mostra pessoas muito bem qualificadas, com graduação em universidades internacionalmente reconhecidas pela sua qualidade, com mestrado e outras pós-graduações em cursos que pelo menos eu imaginava que tinham uma ótima demanda no mercado de trabalho. Entre os exemplos da matéria, temos jovens que acabaram de se formar, pessoas que mudaram o rumo de carreira por não aguentar a rotina de um emprego formal e até pessoas em idade mais avançada que foram desligadas e tiveram que buscar outro caminho.

Independente da situação, a reportagem ajuda a mostrar quais os cuidados que esses tipos de profissionais tem que ter, afinal, nem INSS e nem FGTS estão garantidos. Quando pensamos em benefícios, como plano de saúde, ele também está por conta da pessoa.

Trouxe esse dado no blog porque acho algo relevante para pensarmos no futuro. Daqui 5 anos eu quero estar muito próxima da minha "aposentadoria" para chegar na IF. Mas e os jovens que se formam agora? Estão preparados para trabalharem como autônomos, talvez por projetos (e com entre-safras de trabalho remunerado)? Será que as pessoas estão preparadas para uma remuneração quem sabe menor  que esse tipo de situação trará?

Na nossa comunidade da finansfera temos pessoas muito bem remuneradas e, essa situação, nos permite ir numa velocidade alta em relação à IF. A matéria da revista me mostrou pessoas super bem qualificadas, mas que estão enfrentando uma dificuldade enorme para manter um mínimo nível de renda. Pessoas que trabalham muito além das 12 horas diárias, que mantem em paralelo 2, 3 e até 4 negócios. E é por isso que eu quero aqui destacar o quão gratos temos que ser pela nossa situação atual.

Não sou 100% feliz, pois deixo sim, muita coisa de lado para exercer meu trabalho e ganhar meu dinheiro. O cuidado com a saúde (exercícios físicos e idas a médicos) estão muitas vezes de lado e atrasados e reclamo por causa disso. O stress e a pressão são altos no trabalho. Porém, não podemos deixar de ser gratos por ter um padrão de vida muito além do que essas pessoas da reportagem podem ter. Temos um trabalho digno, somos bem remunerados por isso e vamos atingir à IF com a nossa persistência. Lógico que tudo isso fruto do nosso suor, mas também fruto de sorte e oportunidades pelo caminho.

Bom, nesse finalzinho de sábado o que eu queria mesmo era transmitir esse sentimento de gratidão pelas oportunidades que a vida me deu, pela carreira que pude construir e pelo futuro que deve ser muito bom para mim e para vocês. Vendo a situação de muitos brasileiros, eu não poderia deixar de me comparar com essas situações e ser extremamente grata pelo o que alcencei até agora.

Abs,
IFM

quarta-feira, 11 de julho de 2018

O que mudou depois do milhão?

É meus caros, 21:04 e paro agora de trabalhar para escrever este post.

Páro para pensar: o que mudou nesse atingimento do milhão? E o que não mudou? Vamos lá:

O que mudou:
- Me sinto mais "aliviada" financeiramente. Perder o emprego não parece um bicho de sete cabeças. Sinto que o dinheiro começará a render mais (bola de neve à vista).

- Me sinto mais fortalecida emocionalmente para seguir persiguindo meu objetivo da IF. 5 milhões ainda parecem longe? Parecem. Mas o 1 milhão parecia super longe também e foi alcançado. O que me impedirá de chegar nos 5M? Quase nada.

- Meu desespero por cada 5 reais. Sei da importância de cada real, mas não preciso me desesperar mais.

- Meu conceito de aproveitar a vida. Se antes eu adiava viagens porque o foco era sempre guardar mais dinheiro, agora quero aproveitar a vida mais do que sempre. O dinheiro pode esperar 1 mês.


O que não mudou:
- Continuo seletiva para compras. É preciso comprar tudo isso mesmo para viver bem? Não acho. Passei a usar Iphone X e pensei em trocar de carro? Jamais.

- Ainda acho que preciso trabalhar por um bom tempo. Gostaria muito de parar de trabalhar antes dos 35 anos, mas não vejo isso acontecendo a não ser que eu consiga realmente um rendimento ou dinheiro totalmente inesperado nessa trajetória.

- A essência da minha vida. Família, amigos, planos, projetos, passeios. Nada disso mudou. O milhão não muda o que é importante para você.

-Minha insatisfação com trabalho. Continuo achando totalmente inútil trabalhar a quantidade de horas que trabalho, mas sigo sendo "tloxa" e tentando fazer um bom trabalho. Já penso até em procurar outro emprego de novo, é isso! rs

Em suma:
Tranquilidade financeira. Nós temos. Porém ainda falta muito para IF. Muito mesmo. A essência não muda, talvez a velocidade em direção ao objetivo mude. Minha rotina? Não mudou.

Será que é assim que será o sentimento pós atingimento da IF?

Abs!

domingo, 8 de julho de 2018

Este país nunca será sério.

https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2018/07/desembargador-do-trf-4-manda-soltar-lula-da-prisao-ainda-neste-domingo.shtml

sábado, 7 de julho de 2018

Balanço do 1º Semestre

Junho acabou e com ele acabou também a primeira metade do ano. E isso significa muito.

Resolvi então pensar em como foi a minha primeira metade do ano, de forma a ajustar algo para o segundo semestre do ano. Confesso que nem mesmo lembrava das metas que defini para 2018, por isso, tive que ir a um dos meus primeiros posts do ano e trazê-las, abaixo:


1. Fazer 40 min de exercícios pelo menos 4x por semana e pilates pelo menos 2x por semana.
Obviamente essa meta não está sendo cumprida. Tenho dificuldades enormes com isso. Consigo me exercitar nos finais de semana, mas durante semana eu simplesmente não tenho vontade. Mais do que isso, preciso ir à alguns médicos. Por isso, estou determinada a marcá-los neste mês para que eu possa cuidar mais da minha saúde. Pilates tem a ver com uma dessas visitas médicas que ainda não agendei.

2. Atingir, ao final de 2018, um patrimônio de R$ 1.050.000,00. 

Esse objetivo estamos mais próximos. Muito feliz com o que acumulei até agora. Meu objetivo de vida era o 1M antes dos 30 anos. Mesmo tendo atrasado alguns meses, com o mercado financeiro como está e com o ano de eleições, estou satisfeita com o desempenho.

3. Diminuir meus bens materiais de forma a desapegar durante o ano de 2018. Ter 2 prateleiras completamente vazias ao final do ano de 2018.

Tenho trabalhado constantemente na organização das minhas coisas. Obviamente depois de uma viagem que fiz muitas compras, preciso me organizar novamente.
Mas depois de confessar que eu tinha dificuldade de usar algumas coisas que eu comprava em um dos posts deste ano, tenho desapegado com mais facilidade. Coloquei finalmente algumas coisas para usar e tenho aproveitado melhor os itens materiais que tenho.

4. Levar as lições de 2017 comigo em 2018 e aprender novas lições em 2018.
 Esse objetivo é mais difícil de mensurar. Tenho aprendido constantemente, mas acho que minha paciência está menor, principalmente no âmbito do trabalho. Infelizmente não estou mais 100% empolgada com o emprego novo e fico constantemente fazendo contas para saber quando conseguirei me "aposentar".


Mais do que os objetivos acima, estou muito feliz com as oportunidades de viajar que eu tive. Viajar é sempre bom e acumula milhas! rs.
Espero que esse segundo semestre também seja frutífero em viagens, não só para o exterior, mas aqui no Brasil mesmo. Quero me planejar para os feriados do próximo semestre e quem sabe para a virada do ano também, vamos ver.

Por outro lado, o primeiro semestre também me trouxe uma tristeza enorme que foi a perda da minha chachorrinha. Estou pensando seriamente e ter outro animalzinho aqui em casa, ela faz uma falta enorme e até agora não conseguimos superá-la. A vida tem dessas coisas, não é mesmo?

No balanço geral estou bem satisfeita, não tenho tanto do que reclamar. Minha saúde e a das pessoas com quem convivo está ótima, isso é o que importa.

E vocês, o que levam deste 1º semestre e o que planejam para o 2º?

Abs!