sábado, 10 de novembro de 2018

Vale a pena ter conta em segmentos premium? Respondendo a um comentário

E aí pessoal, tudo tranquilo? Na paz?

Final de semana passado viajei e foi ÓTIMO. Foram 3 dias (com o feriado) de relaxamento e esvaziamento de cabeça. o que contribui muito para o meu equilíbrio mental. Toquei esta semana difícil (pelas mudanças na empresa que estou) de forma tranquila e segura. Com certeza se eu não tivesse "parado" e relaxado um pouco, estaria muito tensa nesta semana o que desfavoreceria nas interações com as pessoas novas que eu tive que ter. Pensem nisso.

Ações nesta semana andaram meio de lado no fim das contas, com uma leve queda (meu portfólio). Continuo uns 10k negativa em RV (em relação ao que eu investi) e se olharmos desde meados de Abril que foi quando meu portfólio na RV estava "completo", já tive muito positiva e já tive extremamente negativa (fundo do poço foi 16k). Então, vamos ver cenas das próximas semanas.

Indo agora ao tema que um dos anôns me perguntou em alguns posts: vale a pena ter conta em segmento de alta renda? Estamos falando de Itaú Personalitté, Santander Select, Bradesco Prime e por aí vai.

Antes de dizer um "sim" ou "não", vou contar um pouco da minha história nesse assunto. Eu sempre tive conta em um determinado banco. Desde muito nova. Logicamente era nele que eu ia guardando minhas economias quando criança, adolescente e por aí vai. Essas economias foram ficando maiores, até eu chegar a ter isenção do pacote do banco (TED e afins) no segmento mais simples. Isso eu ainda era bastante jovem.

Conforme comecei a trabalhar e acumular um patrimônio maior e salário maior, a gerente do banco me ofereceu para ir para esses segmentos premium. Eu sempre fui bastante "pé atrás" com essas coisas e recusei. Ela insistiu e me prometeu que eu jamais seria taxada, mesmo se minhas economias baixassem. Pedi para ela formalizar isso por email e ela o fez. Fui então para o segmento premium imagino que há uns 7 ou 6 anos atrás.

Há uns 3 anos atrás, o banco me ligou falando que a quantidade de investimentos que eu tinha não era suficiente para manter meu pacote de isenção, mas apenas 50% dele. Aí começou uma verdadeira batalha com o email que eu tinha formalizado da minha ex-gerente e a nova política do banco que tinha aumentado de 100 mil reais para 150 mil reais mínimos investidos para eu poder ter isenção.

Aí vocês me dirão: mas há 3 anos atrás você devia ter mais de 150k, porque não transferiu para o banco? Bom, como vocês sabem, a maioria dos meus investimentos está em RF e não possui nenhuma liquidez, ou seja, eu realmente precisava juntar 50 mil reais no bancão para conseguir isenção de taxas.

Quando digo isenção de taxas, estou falando de muita delas: manutenção de conta, TED e DOC, cartão de crédito (2). Facilmente daria uns 200 reais por mês (considerando só 2 cartões de crédito) ou até mais em gastos com o banco, no ano, estamos falando de uma passagem para os EUA ou Europa em taxas de banco.

Após a batalha com o banco, o email foi reconhecido, mas não foi totalmente aceito pela mudança de política deles - fiquem espertos com isso. Me deram 6 meses a mais de isenção, mas a partir do 7º mês eu passaria a ser cobrada. É complicado quando você tem todos os cartões de crédito da sua família com um determinado banco e de repente ele quer passar a te cobrar.

Sem pensar 2 vezes, eu saí economizando tudo o que eu podia para poder juntar os 50k na época em 6 meses. E consegui, graças inclusive a uns vencimentos de outros investimentos de RF. Investi o dinheiro todo em um fundo que na época, conforme o tempo ia passando, aumenta o % de remuneração. Ele começava como 80% do CDI (sério, olha isso), indo para 87% depois de 6 meses, 93% depois de 1 e meio, até chegar finalmente em 100% do CDI após 3 anos.

Meu dinheiro ainda está lá, já atingi esses 100% do CDI e o vencimento desse investimento é de 5 anos. Em 2020 ele vence e aí vou repensar o que farei, mesmo porque esse investimento nem existe mais e os que existem hoje começam com uns 70% do CDI (absurdo total).

Hoje, a minha vida está toda organizada para seguir nesse banco. Estou falando de cartões de crédito e benefícios do banco em geral. Não acho nada deles fundamental, os cartões finalmente estão me dando boas milhas e devo usá-las no ano que vem. No próximo ano também vou ter que começar a me planejar para "sair" dessa isenção.

Já fiz algumas contas e o que eu "perco" com um investimento que rende muito menos do que os demais, daria para eu pegar esse dinheiro (que convenhamos, não é pouco) e investir em coisas mais interessantes, pagando as taxas do banco e até pagando as anuidades dos cartões de crédito, me sobrando com folga uma boa grana para reinvestir.

O que vou decidir no próximo ano é se em 2020 me mantenho apenas em um banco digital (como Inter por exemplo, que meu deu até cartão black - esse sim uso até as salas vip do aeroporto) e fico contente sabendo que não pago nem 1 centavo para bancos, ou se eu me mantenho no segmento premium desse banco, mesmo sem investimentos e então pago todas as taxas devidas.

O que pesa a favor de um ou de outro:
  • Milhas: nunca usei, mas devo usar no próximo ano. Os bancos menores não tem programa de milha, logo, todos os gastos do cartão são apenas gastos (nunca foi um problema para mim, vamos ver se vou conseguir usar as milhas mesmo). 
  • Descontos em shows: às vezes rola aquele belo desconto. 
  • Previdência Privada: hoje tenho uma previdência do meu empregador que é depositada nesse mesmo banco (coincidência apenas). Aos poucos esse valor vai crescer até quem sabe, um dia, somar os 150k necessários hoje para isenção. Lógico que isso irá demorar um bom tempo, mas eu poderia ir diminuindo meus investimentos no bancão conforme o saldo da previdência aumenta. 
  • Desapego: honestamente, hoje não consigo ver nenhum outro motivo além de milhas para estar no bancão em segmento premium. Não uso banco físico praticamente, não vou em agência, quase não uso os benefícios e nunca usei milhas. Acho que às vezes é preciso mudar para ver que não é um bicho de sete cabeças não se manter no bancão. 

Conclusão principal pra mim é:não, não vale a pena ter conta em segmento premium. Se isso exigir um esforço enorme seu, perda de dinheiro (deixar uma grana nele para ter isenção de taxa, sendo que você poderia ter rendimentos muito maiores - como eu, burra, fiz há quase 4 anos atrás) e outros sacrifícios, os benefícios PARA MIM não compensam.

Sempre tem a possibilidade de você usar alguma renda de investimentos para pagar as taxas, mas hoje para mim, não vejo essa possibilidade como ganhadora. 

Vocês enxergam grandes outras vantagens ou desvantagens? Vamos discutir?

Abs,
IFM

domingo, 4 de novembro de 2018

Fechamento de Outubro/18 - R$ 1.102.274,22 (+ 2,41%)

Que mês meus amigos, que mês!



Outubro foi um mês verdadeiramente maluco. Muita coisa aconteceu. Além dos 2 turnos de eleições, tivemos grandes valorizações na bolsa de valores e eu tive 2 desvalorizações incríveis e importantes no meu portfólio: Smiles e Multiplus.


Essas 2 no caso já "eram". Multiplus não passará do valor atual e Smiles muito dificilmente se recuperará. Aqui é amargar 2 prejuízos importantes e esperar uma recuperação que "zere" minha posição nos outros papéis. É amigos, bolsa de valores brasileira não é para amadores. Não é para ações "mais ou menos". Para quem gosta de emoções, é um prato cheio. Eu não gosto.

Tive aquele problema de saúde que relatei no último post, mas já me recuperei. Tenho que me cuidar mais e melhor. Colocarei uma meta sobre isso para o próximo ano. Tive mudanças no trabalho também, com "novos chefes" chegando. Mais um período de provação chegando - incrível como o mercado de trabalho está dinâmico, sério.

 Vamos aos números agora:

Aportes: R$ 14.300,00 - Mantendo bons aportes ao longo do tempo, esse é o grande triunfo.

Rendimentos: R$ 11.666,07 (representam 1,08%) - Aqui foi a grande vitória. Há tempos que eu não tinha rendimentos tão altos (acima de 1% inclusive) e que poderiam ter sido muito maiores se não fossem as quedas bruscas de Smiles e Multiplus. Faz parte.

Total de crescimento do portfólio em Outubro: R$ 25.966,07 (+ 2.41%) - Grande número, fez com que eu ultrapassasse a barreira dos 1,1kk.

Renda Passiva (utilizando a TSR de 4%): R$ 3.674,25 - subindo 90 reais ao mês, é aquele almoço ou quase jantar que dá para bancar a mais todos os meses. rs.

Onde apliquei neste mês: fiquei parada neste mês, principalmente observando no que ia dar essas eleições. Estou com um dinheiro aplicado na poupança esperando as grandes promoções de black friday (promoções de investimentos).

Relação RV vs RF: permaneço com 6% do meu portfólio  em RV. Continuarei na RF por mais um tempo até que haja novas promoções.

Como eu estou com relação à minha meta do ano (1,05kk - atingida. Nova meta: 1,15kk): Deixei os 1,1kk para trás, finalmente! Agora é ir rumo à meta do ano. Faltando 2 meses para o fim, temos que manter os 25k de crescimento do portfólio nos próximos 2 meses. Com o 13º, acredito que eu consiga. 

Novembro já começou e já diferente. Aproveitei este feriado para viajar, colocar a cabeça no lugar, esvaziar a mente. Foi ótimo, 3 dias de ociosidade e zero de pensamento em trabalho. Adoro fazer isso de vez enquando e recomendo que vocês façam o mesmo. Teremos ainda mais 1 feriado neste mês, que vou aproveitar para pegar a minha nova pet! =)

As mudanças no trabalho começarão a aparecer neste mês, o que tudo indica que será mais um mês intenso do ponto de vista profissional. Essas mudanças/inícios são importantes para definir o rumo da carreira na nova empresa que estou.




Tudo se encaminhando para o final do ano, tudo indica que 2018 se consolidará como um ano de muitas mudanças: de emprego, de como eu enxergo minha saúde, de viagens, no amor e até mesmo na conquista do meu primeiro milhão. Sim, já estou em clima de fim de ano.

Abs,
IFM

domingo, 28 de outubro de 2018

O Blog e a Vida

Oi Pessoal, tudo bem?

Tenho recebido alguns comentários falando que eu "abandonei o blog". Isso não é verdade. Minha frequência de postagens diminuiu e tem vários motivos para isso. É uma fase.

Assim como nossa vida não é linear, uma postagem em blog também não é. Tem fases que estamos mais introspectivos, outras estamos mais afim de falar muita coisa para o mundo e assim por diante.

Complicado ver comentários falando que eu não estou mais sendo educada nas respostas ou que chutei o balde. Às vezes ao ler essas coisas eu fico pensando como deve ser dura a vida de famosos. Você não pode nem se dar ao luxo de postar 1x por semana ou quem sabe menos que as pessoas já vem com críticas.

Você já tiveram um blog? Trabalho puxado? Já ficaram doentes? Já tiveram que se ausentar por um tempo? Um pouco mais de empatia faz bem para todo mundo. Um pouco mais de compreensão, mais perguntas e menos julgamentos e conclusões precipitadas. O mundo já está cheio de gente "que sabe de tudo" e poucas pessoas "que não sabem de nada e perguntam". Triste isso.

Antes de mais nada, eu prezo pela qualidade do meu blog. Gosto de conteúdo. Gosto de refletir aqui e compartilhar minhas reflexões com vocês. Eu não quero bater cartão no blog. Não quero postar só por postar. Vocês podem ver que em mais de um ano de blog, eu sempre fui muito verdadeira e respeitosa com ele. Estou escrevendo meu diário virtual que daqui dez anos quero relê-lo e ter orgulho do que fiz. Quero ter influenciado positivamente a vida das pessoas.

Por outro lado, estou num período complicado. Isso em nada tem a ver com meu novo namoro. Novamente, não julguem e não tirem conclusões precipitadas. Tive um problema de saúde que ainda estou me recuperando. Ao mesmo tempo, várias visitas na minha empresa  fizeram com que eu tivesse que trabalhar muito mais de 12 horas por dia. E esses 2 assuntos não acabaram.

Essa semana tenho mais visitas. Era para eu ficar afastada (por esses problemas de saúde) até terça-feira pelo menos, mas não conseguirei. Terei que ir trabalhar. Isso é vida real, meus amigos. IF é fácil, alguém diria. Ninguém vê todo o desgaste, determinação e força que tem que se ter para chegar a aportes altos como os que eu cheguei. Saúde é deixada de lado algumas vezes e a vida cobra isso.

Por outro lado, tudo acontece enquanto estamos focados na IF. Uma grande amiga de infância minha engravidou. Que felicidade. Muito para se comemorar com essa notícia e um grande filme passa pela nossa cabeça. Estou também acompanhando os outros blogs. Sr.IF pediu demissão inesperadamente, que alegria. Queria eu ter só mais 3 meses de empresa.

Na empresa, estou tentando priveligiar mais os relacionamentos que os resultados. Recebi um feedback sobre isso (sou muito focada em resultados e pouco em relacionamentos). Então vamos lá, aprender a trabalhar de outra forma.

Meu novo pet chega no mês que vem em casa. Neste feriado também vou tentar espairecer e viajar. Faz tempo (desde a minha grande viagem de fim de Maio/Junho) que eu não viajo. Eu gosto muito de  viajar para colocar a mente em dia e espero estar bem melhor de saúde para poder curtir ela.

É isso meus amigos, espero que vocês entendam que eu não abandonei o blog. Estou mais reflexiva, pensativa e valorizando a vida fora do blog. Tentando me recuperar de problemas de saúde e mais quietinha por causa disso também. Trabalho vai bem, mas muitas oportunidades de melhorar. Estamos na reta final do ano, quero que estes próximos 2 meses fechem bem.

Cuidem-se, a IF está logo aí, mas precisamos estar bem para curti-la também.

Abs!
IFM

sábado, 13 de outubro de 2018

Idiomas: o por quê de eles serem tão importantes

Pessoal, tudo bem?

Feriado bom e em boa hora esse ein? Estava precisando. Stress no trabalho no auge!!!

Mas vamos ao que interessa: no post retrasado me perguntaram como eu aprendi inglês e como eu mantenho a minha flulência no idioma. Quero responder essa pergunta em um post, porque acho que ela abre uma série de possibilidades de discussões.

Para começar: quando falamos de inglês, esquecemos que temos outros vários idiomas que são importantes. Inglês é o ponta pé inicial para você se desenvolver, mas muitas empresas hoje operam em estruturas américa latina e o espanhol se torna fundamental. Minha dica é: nunca pare de aprender idiomas. Se você já é fluente no inglês, ótimo, vá para o espanhol. E assim por diante.

Além de inglês e espanhol, outras empresas são de origem francesa, alemã e até coreana. Podemos discutir aqui por horas, mas é inegável o como você já "começa o jogo ganhando" se você fala o idioma da matriz. Em reuniões, tudo o que as pessoas do corporativo da empresa mais querem é falar seu próprio idioma e sim, você ganha pontos se conseguir desenvolver uma conversa, ainda que com erros e rudimentar, no idioma local.

Na minha experiência profissional, vi uma série de profissionais com conhecimento técnico e até com comportamento nem tão adequado, crescer rapidamente ou conseguir uma boa vaga por ter conhecimento em outro idioma. Quando falo ter conhecimento quero dizer conseguir conversa. Sim, porque de nada adianta você ficar trocando 90 emails usando o google tradutor (ou até tenho fluencia na escrita), se você não conseguir participar de uma call ou tirar uma dúvida por telefone. É fato.

E é mais fato ainda que muitos chefes conseguem ensinar tecnicamente seus liderados, conseguem dar feedback sobre comportamento, mas não consegue ensinar alguém um novo idioma. O estudo, persistência e dedicação para aprender um novo idioma tem que vir do funcionário e, dificilmente depois que ele está já com a vaga garantida, ele vai se dedicar tanto neste ponto.

Por isso, minha dica aos mais jovens é: aproveite e comece a estudar o quanto antes. Aproveite o tempo  que você tem livre porque ainda não trabalha 14 horas por dia e vá estudar um idioma. Faça intercâmbio, se for possível. Trabalho voluntário no exterior, se não for possível o intercâmbio.

Minha história com idiomas começa ainda criança. Eu gostava de bandas que cantavam em inglês e me divertia (ao mesmo tempo que me desafiava) traduzindo as letras das musicas. Isso foi fazendo com que ainda muito pequena, eu fosse aprendendo vocabulário e estudasse por conta própria tempos verbais. Esse foi meu primeiro contato com inglês.

Depois na adolescência eu pedi encarecidamente para meus pais para eu poder ter aulas de inglês. Confesso que me ajudou um pouco, mas não foi determinante. Não me sentia pronta para conversar com um "gringo". Eu seguia ouvindo minhas músicas, fazendo minhas traduções, mas sentia que faltava algo mais.

Quando entrei na faculdade, começei a trabalhar como free-lancer e fui juntando um dinheiro, com o objetivo de fazer um intercambio a trabalho. Depois de alguns meses, consegui o suficiente para poder passar as férias da faculdade no exterior, trabalhando de forma digna. E esse foi o grande "pulo do gato" na minha trajetória com os idiomas.

Só estando fora do país, 100% imersa em outro idioma, para você garantir que consegue se virar e começar a tratar o idioma não como um desafio, mas algo natural e que faz parte do seu dia-a-dia. Pelo menos para mim foi assim. Foi uma das épocas mais gostosas da minha vida também, me desafiei não só no idioma, mas morando e sobrevivendo sozinha, ainda muito jovem.

Foi um dos dinheiros mais bem gastos da minha vida. Às vezes a gente tem que abrir mão de "100% do que temos" para atingir aquilo que vai mudar a trajetória da nossa existência. E foi isso que eu fiz. Usei todo o dinheiro que eu tinha juntado ao longo de vários meses para ir em busca do que eu sentia que ia fazer uma diferência enorme na minha carreira.

E fez. Posso dizer que todos os empregos que eu consegui também foi por conta da fluência no idioma. Como eu mantenho o contato com ele? Alguns empregos/posições exigem mais, outros menos. É normal que aqueles que exigem mais você fica com uma fluência muito maior. Em épocas que você está em posições que exigem menos, você fica meio "travado". Mas é só voltar a usar o idioma que parece que a memória retorna e você volta a falar naturalmente.

Hoje mantenho contato lendo artigos em inglês, ainda ouvindo músicas, usando quando é possível no trabalho, vendo filmes, etc. Não faço mais aulas (na verdade nunca mais fiz). Hoje estudo outros idiomas.

O mais importante de tudo isso para mim é você nunca se achar "velho demais" para aprender algo. Ou desmerecer a importância desse conhecimento. Aprender idiomas é uma delícia (eu sempre gostei e sempre encarei como algo bom) e é algo que abre nossos horizontes para o mundo. Independente de carreira, todos deveriam estar interessados em se comunicar com outras pessoas de fora do Brasil. Afinal, quem não gosta de viajar e entrar em contato com outras culturas?

Não vejo a hora de voltar a ter mais tempo e me dedicar mais a esse assunto!

Espero que eu tenha ajudado!

Abs,
IFM

sábado, 6 de outubro de 2018

Eleições 2018

Finalmente esse cenário lamentável em que estamos está perto do fim.

Além da abundância de candidatos com nível bem ruim, pior é ver amigos se desentendendo por conta de um voto. O mundo está cada vez mais polarizado e cada vez menos tolerante/aberto ao diálogo. É uma pena.

Não vou discutir votos aqui, cada um sabe o que faz.

Olhando para o lado de investimentos, estamos vendo uma pequena "recuperação" nos valores da bolsa. Só nesta semana eu tive uma recuperação de 2k. Lembrando que estou bastante negativa na RV, devido principalmente à Multiplus, Smiles e Ezetec.

Continuo no ritmo de ponto morto colocando meus valores de aporte em RF. Com valores altos nela, consigo ver a bola de neve ir aumentando sem muitos esforços.

Por outro lado, sigo firme e forte me dedicando ao trabalho.

Vamos ver no que vai dar essas eleições amanhã. Estou torcendo pelo melhor para o Brasil, a gente merece depois desses últimos anos.

Abs,
IFM

sábado, 29 de setembro de 2018

Fechamento de Setembro/18 - R$ 1.076.308,15 (+ 2,26%)

E aí pessoal, tudo bem?

Setembro passou mais do que rápido. Mês muito melhor que o desgosto de Agosto. E seguimos firmes no propósito! Aproveitei este mês para dar um grande gás no trabalho: quero fechar este primeiro ano de emprego novo muito bem. Quero me consolidar como uma boa profissional neste início para poder galgar salário e cargos melhores. E sebem como é: a primeira impressão é a que fica. Importante se dedicar neste início.

Algumas coisas que falei no mês passado que talvez ia fazer neste próximo mês deixei de lado: a ida ao médico (sério, preciso ver isso), o visto americano (que desisti de tirar neste ano: sério que 160 dólares é um valor "justo" para um visto? vou deixar o dólar cair para eu tirar), exercícios físicos que também não voltei com força total por uma desculpa básica do frio (sério, o frio me impede). 

Mês bom, sigo tranquila e focada no trabalho pensando em sair dessa matrix o mais rápido possível.

Indo aos números agora:

Aportes: R$ 18.700,00 - Vendi meus euros! Uma pessoa do trabalho estava indo para a Europa e vendi meus euros a 4,88. Achei um bom negócio - para a pessoa e para mim. Continuo com minhas doletas que estou esperando dar um novo pico para vender, vamos ver.

Rendimentos: R$ 5.044,60 (representam 0,48%) - Um pouco melhor que o mês passado, mas bolsa ainda com algumas dificuldades de retomar a alta. Passando esse verdadeiro inferno de eleições devemos voltar ao "normal" se nenhum louco for eleito. 

Total de crescimento do portfólio em Setembro: R$ 23.744,60 (+ 2.26%) - Aportes nestes últimos meses garantindo um número bom e especialmente a volta dos euros para valor em reais também recheando o resultdo deste mês.

Renda Passiva (utilizando a TSR de 4%): R$ 3.587,69 - Aqui estou vendo a grande diferença que um montante alto faz. Este número tem crescido com uma velocidade boa e é ele que me faz ficar ainda mais forte para lutar no dia-a-dia.

Onde apliquei neste mês: renda fixa e uma parte ainda em conta corrente esperando pela aplicação (provavelmente vou em renda fixa pós fixada, queria aquele pré-fixado que comentei no post passado, mas perdi o timing - shame on me).

Relação RV vs RF: 6% do meu portfólio está em RV. Não pretendo aportar muito mais em RV nestes próximos meses, sei que estamos com uma boa promoção em alguns ativos, mas prefiro não arriscar mais e esperar esses tempos passarem para pegar uma nova promoção no futuro.

Como eu estou com relação à minha meta do ano (1,05kk - atingida. Nova meta: 1,15kk): Com 1,07kk, pensando que nos próximos meses ainda teremos 13º, se não tivermos grandes quedas na RV estou achando bem possível atingi-la.


Olhando para Outubro, quero continuar bastante focada em fechar um bom ano no trabalho. Talvez seja o mês que eu decida ter uma nova companheirinha (pet) em casa, estou estudando possibilidades (sempre estudando né? rsrs). Quero retomar, se esse calor se consolidar, os exercícios físicos e dar uma segurada nos gastos. Em setembro gastei com bastante itens supérfluos e de forma parcelada, o que fez minha fatura do cartão de crédito já ficar alta  para os próximos meses.

Também quero planejar uma viagem para algum dos feriados em novembro. Preciso sair e me distrar também no meio do caminho dos próximos meses para poder continuar focada até dezembro. Com isso,a idéia é já começar ano que vem com alguns reconhecimentos salariais e, quem sabe, aumentos de aportes para ter um ano ainda melhor em 2019.

Abs,
IFM

sábado, 22 de setembro de 2018

Novos Aportes: sugestões?

E aí pessoal, como estamos?

Reta final do mês de Setembro e a verdade é que estamos nos encaminhando para o fim do ano. Outubro, Novembro e Dezembro costumam passar super rápido devido aos feriados e as festanças que nos aguardam. Parece que foi ontem que eu estava refletindo sobre o que queria atingir em 2018 e escrevi aqui o post sobre minhas metas.

Também não podemos deixar de pensar que por mais que sejam 3 meses que passam rápido, estamos falando de 1/4 ou 25% do ano. Deveria ser tempo suficiente para fazer algumas correções de rota e até dar um gás em alguns pontos para atingir nossas metas. Fica aí a reflexão para vocês.

Hoje eu queria uma sugestão de vocês. Com a instabilidade político-econômica que estamos e até a falta de previsibilidade, estão refletindo muito em algumas opções para colocar meus aportes e não estou conseguindo decidir. Tive um valor considerável (12k) que voltou para a minha conta corrente na corretora depois de um vencimento de um CDB  e me pergunto que eu deveria fazer com ele. Vamos às opções que pensei:

  • CDB pré-fixado banco Pine - 13,xx%, prazo de 5 anos: a taxa parece boa, o banco eu até gosto apesar de estar tendo alguns prejuízos, mas 5 anos é MUITA coisa. Estamos falando de um % pequeno do meu patrimônio, mas ainda assim não quero ficar no prejú e nem correr muitos riscos. 
  • LCA de 97,5% pós fixado, uns 2 anos de prazo: esse daqui é o que eu tenho feito nos últimos meses com meus aportes. Pouco risco, só mantendo a bola de neve crescendo
  • Abrir conta em algum outro banco pequeno que hoje eu não tenho? Aqui coloco essa opção porque hoje tenho boas taxas em alguns bancos que tenho conta aberta (Inter, Sofisa e Daycoval), mas cheguei no meu "limite" com eles do FGC, ou seja, estou chegando nos 220k que eu me coloco de limite no caso de algum deles falir (deixo uns 30k de margem pensando no rendimento do próprio investimento). Vocês tem conta em algum outro banco que recomendam?
  • Alguma outra opção que não estou vislumbrando?

Não estou muito afim de colocar essa grana em ações ou qualquer outra RV. A semana foi boa para  o Ibovespa e vi uma certa recuperação nos valores, tomara que se mantenha.

Qual a estratégia de vocês para os próximos aportes dos próximos meses?

Abs,
IFM