domingo, 19 de agosto de 2018

Não demore muito para começar a viver

E aí amigos, tudo bem?

Estava pensando neste final de semana, demorei muito para começar a viver.

Eu vim de família muito pobre. Pobre  mesmo. Desde pequena eu comecei a observar meu ambiente em minha volta e a reparar como o dinheiro movia (ou não) as coisas. Eu não pedia presentes para meus pais. Eu tinha consciência desde muito nova que eles não tinham condições de me dar muita coisa.

E aí fui crescendo, dando muito valor a economizar o pouco que eu ganhava/tinha. Economizava em todas as oportunidades que eu tinha quando eu ganhava algum dinheiro. Isso quando adolescente. Quando me tornei adulta, fui logo dando um jeito de arrumar um emprego. E continuava dando valor ao dinheiro e economizando.

Aos poucos as oportunidades foram surgindo e eu fui adquirindo alguns itens que me faziam bem. Era algum cosmético aqui, um item de roupa ali, um acessório acolá. Mas eu os usava muito pouco. Usava pouco porque tinha sido uma "luta" consegui-los e eu achava que novas oportunidades não iriam surgir tão rápido. Eu queria "economizar" no uso dessas coisas também.

Lógico que isso se misturou também a um problema de acumulação. Eu acumulava e não usava e já relatei isso em algum post anterior aqui no blog. Eu tinha uma meta de idade: aos XX anos eu vou começar a usar tudo que nunca usei.

Amigos, não me julguem. Quem vem de origem pobre sabe do que eu estou falando. Meu primeiro relógio "de marca", eu nunca vou esquecer. Tenho ele até hoje. Cada celular, cada cosmético importado. Todos os "primeiros" eu me lembro muito bem o quão suados foram.

E eis que o tempo foi passado, os anos foram passando e eu usando esses itens de forma muito comedida, com medo deles "acabarem" e eu não ter condições de comprar outro. A situação ficou tão "normal" para mim, mesmo sendo anormal, que até pouco tempo atrás eu permaneci com essa rotina.

Este ano, com armários e gavetas totalmente lotados, alguns itens fora de moda e outros vencidos, me deparei com a triste realidade: eu não usei as coisas quando eu deveria ter usado. Eu deixei de viver essas experiências e hoje elas não fazem mais sentido.

Final de semana passado joguei fora alguns cosméticos (caros) vencidos. Não usei por medo de não conseguir comprar outro (vamos combinar que sai dessa linha de pobreza há algum tempo e mesmo assim minha mentalidade não mudou). Celulares pararam de funcionar e fui obrigada a trocá-los com o tempo. Os relógios felizmente eu ainda posso usar porque não estão fora de moda.

Porém itens de vestuário (que não me servem ou que não faz mais sentido usar hoje em dia) e maquiagens, são itens que já estragaram. Eles apenas estragaram e eu não usufrui deles. Senti a tristeza de mentalmente eu mesma ter me confundido: guardar algo não vai fazer com que você use aquilo no futuro e ele funcione da maneira como ele está hoje. Por isso, não demore muito para começar a usufruir das coisas.

E foi pensando nisso tudo e tirando algumas coisas velhas de algumas gavetas hoje (eu vou demorar muito, mas muito tempo para fazer uma limpa em tudo que acumulei nos últimos anos), que eu pensei se não deve ter algum leitor jovem do meu blog que passe por algo semelhante. Por quê não dividir este aprendizado com eles? Foi o que eu pensei.

Por isso amigos, se você comprou um perfume de 400 reais e está com pena de usá-lo porque foi muito caro: USE, será muito pior daqui algum tempo você ter que descartá-lo porque ele estragou. Tão triste quanto será você abrir uma gaveta e descobrir que guardou uma peça de roupa que gostava muito e que também foi cara, mas que hoje em dia não faz mais sentido.

A grande lição é: pense muito antes de comprar, mas depois de comprado, use. Use até o fim. Sinta pena de algo ter acabado, mas sinta-se feliz por ter tido a oportunidade de usá-lo até o fim. Um dos meus maiores prazeres hoje em dia é ver algo acabar. E percebi que as coisas demoram muito para acabar e mesmo um serum de 30 ml demora bastante (por que afinal eu tinha tanto medo das coisas acabarem? hoje eu penso).

Vamos viver tudo que há para viver hoje! Não demore...

Abs,
IFM

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Aportes e reflexão

E aí amigos, tudo bem?

Por aqui seguimos na luta. Fiz alguns aportes nesta semana:

1) ITSA3 - deu uma bela de uma caída no final da semana passada e resolvi apostar. Afinal, com todos os papéis da RV no "vermelho", o que seria mais um a curto prazo né? rs

2) Fundo Alaska - nunca investi em fundos de investimentos, resolvi apostar um valor baixo neste que dei uma pesquisada e ver se ele me ajuda a dar um up no portfólio. Se der errado, o 0 é o limite e se der certo, talvez eu consiga alavancar alguma coisa do preju que estou na RV. Vamos ver.

Coincidentemente ontem e hoje a bolsa fechou em um patamar legal, vou dar uma atualizada no meu patrimônio para ver como estou (faço isso 1x por semana, mais ou menos).

Agora, mudando um pouco de assunto, estava refletindo o quanto vale a pena fazer fechamentos mensais e detalhar certas situações na finansfera. É um pouco do que alguns outros blogs vem falando e que vejo que se repete em todos os blogs da finansfera: algumas pessoas mal intencionadas cortam a nossa vontade de continuar escrevendo.

Não quero ser mais uma dessas pessoas que desiste de atualizar blogs (finansfera anda bastante em baixa), mesmo porque o blog me ajuda muito a colocar os pensamentos em ordem, traçar estratégias, chegar à conclusões. Mas ao mesmo tempo, me pergunto se vale a pena essa exposição frente à alguns comentários maldosos e pessoas também desocupadas.

Sem inspiração, queria deixar aqui registrado esses aportes em RV que vai ajudar o % da minha RV em aumentar um pouquinho.

Vamos que vamos que não chegamos nem à metade desta semana!

Abs!
IFM

sexta-feira, 10 de agosto de 2018

E aquela Jaqueta?

Alguns posts atrás eu dividi com vocês a história da jaqueta de couro de 700 reais que eu queria comprar e não sabia se deveria (não tenho paciência para colocar links, se você ficou curioso, volte uns posts atrás...rs).

Não pensei que compartilhar algo tão simples seria tão polêmico e, com o falecimento do VDC, a discussão ficou ainda mais quente. Minha grande questão na época era: vale a pena gastar 700 reais em um item de vestuário?

Foi muito bacana ver a discussão rolando: compra, não compra, eu já fiz isso, eu não gasto mais de 100 reais em roupa, olha o que aconteceu com o VDC, compre agora...enfim, acho que essa diversidade de visões que fazem nossa finansfera ficar mais rica. E agradeço vocês!

Bom, depois de ler os comentários e de alguns gastos que eu não esperava, resolvi não comprar. Mas foi aquele não comprar feminino: continuei entrando no site TODOS OS DIAS para verificar se nada tinha mudado (preço, disponibilidade da jaqueta, promoções, etc).

Passei umas 2 semanas entrando religiosamente no site e nada. Eu já tinha desencanado da jaqueta. Nem estava mais fazendo tanto frio e provavelmente a jaqueta continuaria lá até o próximo inverno. Até aconteceram algumas promoções, mas nada que "afetasse" minha jaqueta. Eram aquelas promoções de queima de estoque de coisa que não está vendendo (o que não era o caso da jaqueta, claro).

Eis que numa segunda-feira despretensiosa, entro no site e qual a minha surpresa? Promoção com descontos progressivos de acordo com o VALOR da compra. Sim, eram uns 5% para acima de 100 reais, 10% para acima de 250 reais, 15% para acima de 400 reais e 20% para acima de 600 reais. 20%! 20% de desconto na minha jaquetaaaaa!!!

Sai correndo da "cama" e não tive dúvidas; fui às compras. Peguei o cartão e verifiquei se o desconto de nada mais, nada menos, de 140 reais estava aplicado. Estava. E com frete gratis. Minha jaqueta ia sair 560 reais e ainda seria parcelada em 6 vezes! Comprei. E dei muita risada.

Ri porque o destino é assim mesmo imprevisível né? Ri pensando que eu tinha que contar essa história aqui e que inclusive muita gente não acreditaria.

Moral da história? Não sei. Não comprar por impulsão pode ser uma delas. Ter paciência, pode ser outra. Persistência e atenção ao pesquisar valores, pode ser também. Acho que essa história pode nem tem moral, mas queria dividir com vocês que SIM, COMPREI A JAQUETA e sim, teve desconto e paguei menos!

Aquele dia foi feliz! #comofazerumblogueirodafinansferafeliz

Foi isso! =)

IFM

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Fechamento de Julho/18 - R$ 1.033.069,70 (+ 2,32%)

E aí pessoal, tudo bem?

Estou enfrentando uns problemas pessoais, por isso deixei o blog meio de lado nos últimos dias. A tendência será recuperar o ritmo assim que as coisas voltarem ao normal. Por enquanto sem previsão ainda. Mas como não poderia deixar de ser, deixo aqui o fechamento de Julho para que ele não passe em branco.

Aportes: R$ 15.091,00 - Consegui um bom número depois de vender alguns itens e recuperar meu equilíbrio financeiro pós volta de viagem.

Rendimentos: R$ 8.326,48 (representam 0,82%) - Bolsa tentando se recuperar ainda, mas continuo no vermelho em muitos dos meus ativos. Alguns deles só um milagre para voltar no azul (Multiplus e Smiles, por exemplo).

Total de crescimento do portfólio em Junho: R$ 23.417,48 (+ 2.32%) - Belo número, não canso de me orgulhar do que consegui alcançar na minha vida. 

Renda Passiva (utilizando a TSR de 4%): R$ 3.443,57 - Cada vez mais perto dos 3,5k de renda passiva. Quem sabe próximo mês?

Onde apliquei neste mês: LCAs e LCIs. Medo total dos próximos meses.

Relação RV vs RF: 7% do meu portfólio está em RV (reduziu bem com perda acumulada de 10k no meu preço médio).

Como eu estou com relação à minha meta do ano (1,05kk): Mês que vem pode ser que eu a atinja. E aqui nem eu sei dizer como é que consegui esse feito. Deduzi sim no meu planejamento o que eu ia gastar nas férias, mas acho que é aquelas coisas mágicas que acontecem quando você tem um blog e perseverança para seguir com seu objetivo. Vou rever essa meta caso eu a atinja no mês que vem.


Agosto começou mal. Engraçado que no dia 1 eu estava ouvindo sobre os mitos que rondam o mês de agosto, sobre ele ser o mes do desgosto e nem imaginei que isso pudesse me afetar. E tem sido assim nos primeiros dias do mês.

Não vou abrir aqui o tipo de problema que estou enfrentando, mas ele provavelmente vai me trazer prejuízos financeiros inclusive, então é provável que se não for em agosto, talvez em setembro tenhamos uma queda no patrimônio. A vida tem dessas coisas, não é mesmo?

No mais, sigo tentando sobreviver a este mês e retornarei assim que possível para inclusive contar para vocês que mês passado comprei a fatídica jaqueta que eu tanto disse aqui. A história foi boa!

Abs,
IFM

domingo, 29 de julho de 2018

Resposta a um comentário: vida amorosa no caminho para IF!

E aí pessoal, tudo bem?

Fim de semana relax, venho aqui para responder um dos comentários que uma seguidora anonima deixou para mim há mais ou menos 1 mês (8/julho/2018): "Você não se preocupa muito com o aspecto amoroso, né? Como faz para lidar bem com isso? Saí de um relacionamento agora e não tenho conseguido direcionar esforços."

Depois de alguns comentários e da minha resposta, ela ainda deixou um último comentário depois de eu dizer que poderia escrever um post sobre isso: "Faz sim, IFM. Isso ajudaria muito. Ainda tem a pressão psicológica de não encontrar ninguém e o marco dos 30..."

É interessante eu dedicar um post somente para este tema. Por mais que nossa sociedade tenha evoluído, a impressão que dá é que ainda temos famílias, cidades, amigos que fazem uma pressão enorme com relação a esse assunto. Acreditem, eu mesma já fui pressionada. 

A primeira perspectiva que quero trazer aqui é: por que na nossa sociedade, uma mulher acima dos 30 anos ainda solteira é vista como "ainda" e um homem é visto como "sábio" em se dedicar ao trabalho e ao equilíbrio financeiro? Por que ainda aceitamos esse tipo de coisa? 

Em primeiro lugar, quem tem que mudar esse tipo de pensamento, somos nós, mulheres. Nós devemos mudar como nós nos sentimos. Se você se sente mal por responder que é solteira, é porque mais do que ninguém, você tem preconceito com você mesmo. Mude a sua mentalidade e você verá que as pessoas à sua volta mudarão também ao ver que você está segura respondendo a uma pergunta dessa. 

Agora vamos aos aspectos mais sentimentais: nem todo mundo é igual. Eu sempre fui bastante "desencanada" com esses temas, por mais que estivesse em um namoro sério de vários anos. Mas isso sou eu. Eu não vivo em busca de ser par de alguém (e nunca vivi) e também não me sinto triste se estou em casa sozinha enquanto tenho vários amigos saindo para balada ou para cinemas em casal. Mas isso, novamente, sou eu. 

Tenho várias amigas que hoje estão namorando com verdadeiros "trastes" só para não falarem que estão sozinhas. E aqui eu digo tanto do ponto de vista da sociedade achar estranho elas não formarem um casal, quanto elas se sentirem extremamente carentes e precisarem ir em busca de alguém que as mostre que é possível se sentir amada. Eu não sei qual das 2 situações é pior, mas vejo pessoas do meu círculo social em ambas. E quer saber? Eu respeito. 

Respeito porque não sou eu que me sinto mal quando não estou namorando. São elas. E se elas se sentem mais bem do que mal (porque sim, namorando trastes elas passam por perrengues incríveis muitas vezes), quem sou eu para julgá-las? O balanço tem que ser positivo e se para elas está mais positivo que negativo, bacana. 

Agora eu penso diferente. Eu sempre gostei de estudar. Sempre me dediquei a tudo que me propus. Montei este patrimônio que vocês acompanham por aqui, com muito suor, muito trabalho, muita dedicação. E me orgulho disso. Quero ter alguém do meu lado que tenha a mesma mentalidade que eu. Que seja inteligente, que tenha bom-humor, que queira formar uma família. Não quero ter alguém só para falar que tenho. E sou exigente mesmo com relação a isso. 

Mas isso é algo que você tem que definir dentro da sua cabeça. Qual o seu objetivo de vida? Você quer casar e esse é seu maior objetivo? Então você tem que abrir mão de algumas coisas.

Tive alguns namoros longos em que eu me via ao lado da pessoa pelo resto da vida, mas acabaram. Foi fácil o término desses relacionamentos? Não foi. Sofri, fiquei mal. Estava disposta a iniciar um outro relacionamento em seguida, com pessoas que estavam sim interessadas, mas que eu não tinha aqueeeeeeeeele interesse? Não. 

Acho que tudo na vida passa por auto-conhecimento. A gente tem que se conhecer, se entender, se aceitar e buscar aquilo que queremos. Aos 30 anos, já deveriamos estar no passo 3 dessa jornada. Não somos mais adolescentes, já passamos por algumas experiências na vida, suficientes para entendermos quem somos, onde queremos chegar e o que é importante para nós. 

Dizendo por mim: o importante na minha vida é poder conviver com as pessoas que eu amo (família e amigos), viajar para lugares que eu tenho vontade (tenho feito com alguma frequência agora) e ter a liberdade de escolha do que eu vou fazer com meu tempo (isso só a IF irá me proporcionar). Se eu encontrar alguém bacana para dividir essa jornada, ótimo. Se eu não encontrar, seguirei com o que é mais importante para mim. 

Às vezes, o mais importante para você é ter esse alguém, independente de quem seja. Veja se esse é o seu caso, se for, busque por isso. Tenho amigas que não desistiram nunca. Foram em "tinders" da vida, encontros às cegas, enfim, buscaram todas as oportunidades possíveis de encontrar alguém. E conseguiram. Estão casadas e felizes, mas deixaram alguns outros sonhos de lado, porque isso era o que era importante para elas. 

Afinal, somos todos diferentes e temos que nos respeitar por aquilo que somos e queremos. E não adianta outras pessoas nos cobrarem por aquilo que não é importante para nós. Se conheça, se entenda e depois, vá ser feliz! 

Abs!
IFM

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Voltando aos investimentos...

Alô soldados do milhão!
(quero matar as saudades das postagens do VDC, snif)

Tenho algo a confessar. Eu não invisto faz um tempo. Desde antes de sair de férias mais especificamente.

Sair de férias é bom, mas leva tempo para voltar à rotina. Fato é que paguei todas as minhas contas antes de ir, deixei alguns débitos automáticos enquanto eu estava lá e só agora, após quase 1 mês do retorno que eu consegui ver o que paguei, deixei de pagar (mentira, não deixei de pagar nada) e o que restou dos aportes que eu ainda não tinha investido.

Confesso que após essa notícia do VDC, estou tão abalada que nem estou com ânimo de pensar em ações ou FIIs para investir, mesmo após as quedas que tivemos (e algumas retomadas). Preguiça está tomando conta desses últimos dias.Aliás, lembrei de um dos posts dele falando sobre preguiça.É isso.

O que fiz então foi pegar todo o montante (que não era pequeno, porque faz tempo que não invisto) e acabo de colocá-lo em um LCI do Daycoval que está pagando 100% do CDI. Simples assim. É um montante que poderia ter repartido em várias compras de ações, mas não estou com vontade.

Acho que agora com a rotina voltando ao normal, devo voltar a fazer minhas análises e voltar também para a RV que dei uma parada desde a última grande queda. Aproveitei para ver que durante as minhas férias recebi alguns dividendos (isso é o máximo, adorei!) e a renda dos FIIs, isso deixa qualquer um animado a voltar para a RV!

Estou sentindo muito mesmo a falta dos posts do VDC, vai ser difícil se acostumar com a finansfera sem os posts dele, às vezes com um ótimo conteúdo, as vezes apenas no tom do desabafo, enfim...

Em suma: investimento feito, ZERO reais em conta corrente parado agora. Aguardando o salário do fim do mês cair e ansiosa para o fechamento de Julho! Rumo ao 2º milhão!

Uma pergunta para vocês: voltei com algumas centenas de Euro e Dolar. O que fazer? Aguardar uma nova viagem ou vender em uma corretora? Não conheço ninguém que queira comprar. Estou com dó de deixar essas belezinhas na gaveta...

Abs,
IFM

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Luto na finansfera - Adeus ao VDC

Gente, que triste.

Estou extremamente triste com essa notícia (http://www.viverdeconstrucao.com/2018/07/falta-de-atualizacoes-saibam-o-motivo.html).

Posso dizer que me viciei no blog do VDC, considerava ele praticamente um amigo, o blog dele fez parte da minha rotina quase que diária de leituras. Passávamos por situações muito parecidas no trabalho, nos investimentos e até nas férias.

Estou sem conseguir acreditar. No fundo eu ainda acho que ele vai reaparecer.

Não consigo mais imaginar a finansfera sem ele. Quem que conseguia postar com tanta frequencia, conteúdo e aprendizados para passar? VDC.

Que perda meus caros, que perda. Realmente escrevo aqui para ver se a ficha cai, mas ela não cai. Uma pessoa tão jovem, com tantos planos, com tantas conquistas.

Poderia eu falar que a vida é assim mesmo: nunca sabemos quando a nossa hora vai chegar. Mas não me conformo com tamanha fatalidade do VDC.

Muitos comentaram no meu post de sábado falando que eu deveria aproveitar mais a vida e ir às compras depois dessa notícia do VDC. Sinceramente, não é isso que vai me fazer comprar algo ou não.

O que de fato mudou para mim foi que tive um sonho péssimo, o tempo todo a história do VDC me vinha durante a noite. Hoje durante o dia, mal consegui me concentrar. Até sai cedo do trabalho (17h), porque as coisas perderam um pouco de sentido para mim.

Estou realmente chocada e escrevendo coisas aleatoriamente aqui, mas é o que estou sentindo.

VDC, você foi O cara. Você me inspirou a criar meu próprio blog. Você mostrou que é possível chegar ao nível de "tranquilidade financeira". Você nos mostrou o que valorizar. E não vai curtir a IF aqui no plano terrestre, mas com certeza de algum lugar estará curtindo seu merecido descanso.

O que dizer a você? Que você fará muita falta. Muita mesmo. E meu muito obrigada por todos os ensinamentos, comentários, críticas e sugestões. Isso é um amigo de verdade!

Descanse em paz amigo. E que seus familiares consigam encontrar a força para seguirem sem você por aqui.

Abs,
IFM