sábado, 13 de outubro de 2018

Idiomas: o por quê de eles serem tão importantes

Pessoal, tudo bem?

Feriado bom e em boa hora esse ein? Estava precisando. Stress no trabalho no auge!!!

Mas vamos ao que interessa: no post retrasado me perguntaram como eu aprendi inglês e como eu mantenho a minha flulência no idioma. Quero responder essa pergunta em um post, porque acho que ela abre uma série de possibilidades de discussões.

Para começar: quando falamos de inglês, esquecemos que temos outros vários idiomas que são importantes. Inglês é o ponta pé inicial para você se desenvolver, mas muitas empresas hoje operam em estruturas américa latina e o espanhol se torna fundamental. Minha dica é: nunca pare de aprender idiomas. Se você já é fluente no inglês, ótimo, vá para o espanhol. E assim por diante.

Além de inglês e espanhol, outras empresas são de origem francesa, alemã e até coreana. Podemos discutir aqui por horas, mas é inegável o como você já "começa o jogo ganhando" se você fala o idioma da matriz. Em reuniões, tudo o que as pessoas do corporativo da empresa mais querem é falar seu próprio idioma e sim, você ganha pontos se conseguir desenvolver uma conversa, ainda que com erros e rudimentar, no idioma local.

Na minha experiência profissional, vi uma série de profissionais com conhecimento técnico e até com comportamento nem tão adequado, crescer rapidamente ou conseguir uma boa vaga por ter conhecimento em outro idioma. Quando falo ter conhecimento quero dizer conseguir conversa. Sim, porque de nada adianta você ficar trocando 90 emails usando o google tradutor (ou até tenho fluencia na escrita), se você não conseguir participar de uma call ou tirar uma dúvida por telefone. É fato.

E é mais fato ainda que muitos chefes conseguem ensinar tecnicamente seus liderados, conseguem dar feedback sobre comportamento, mas não consegue ensinar alguém um novo idioma. O estudo, persistência e dedicação para aprender um novo idioma tem que vir do funcionário e, dificilmente depois que ele está já com a vaga garantida, ele vai se dedicar tanto neste ponto.

Por isso, minha dica aos mais jovens é: aproveite e comece a estudar o quanto antes. Aproveite o tempo  que você tem livre porque ainda não trabalha 14 horas por dia e vá estudar um idioma. Faça intercâmbio, se for possível. Trabalho voluntário no exterior, se não for possível o intercâmbio.

Minha história com idiomas começa ainda criança. Eu gostava de bandas que cantavam em inglês e me divertia (ao mesmo tempo que me desafiava) traduzindo as letras das musicas. Isso foi fazendo com que ainda muito pequena, eu fosse aprendendo vocabulário e estudasse por conta própria tempos verbais. Esse foi meu primeiro contato com inglês.

Depois na adolescência eu pedi encarecidamente para meus pais para eu poder ter aulas de inglês. Confesso que me ajudou um pouco, mas não foi determinante. Não me sentia pronta para conversar com um "gringo". Eu seguia ouvindo minhas músicas, fazendo minhas traduções, mas sentia que faltava algo mais.

Quando entrei na faculdade, começei a trabalhar como free-lancer e fui juntando um dinheiro, com o objetivo de fazer um intercambio a trabalho. Depois de alguns meses, consegui o suficiente para poder passar as férias da faculdade no exterior, trabalhando de forma digna. E esse foi o grande "pulo do gato" na minha trajetória com os idiomas.

Só estando fora do país, 100% imersa em outro idioma, para você garantir que consegue se virar e começar a tratar o idioma não como um desafio, mas algo natural e que faz parte do seu dia-a-dia. Pelo menos para mim foi assim. Foi uma das épocas mais gostosas da minha vida também, me desafiei não só no idioma, mas morando e sobrevivendo sozinha, ainda muito jovem.

Foi um dos dinheiros mais bem gastos da minha vida. Às vezes a gente tem que abrir mão de "100% do que temos" para atingir aquilo que vai mudar a trajetória da nossa existência. E foi isso que eu fiz. Usei todo o dinheiro que eu tinha juntado ao longo de vários meses para ir em busca do que eu sentia que ia fazer uma diferência enorme na minha carreira.

E fez. Posso dizer que todos os empregos que eu consegui também foi por conta da fluência no idioma. Como eu mantenho o contato com ele? Alguns empregos/posições exigem mais, outros menos. É normal que aqueles que exigem mais você fica com uma fluência muito maior. Em épocas que você está em posições que exigem menos, você fica meio "travado". Mas é só voltar a usar o idioma que parece que a memória retorna e você volta a falar naturalmente.

Hoje mantenho contato lendo artigos em inglês, ainda ouvindo músicas, usando quando é possível no trabalho, vendo filmes, etc. Não faço mais aulas (na verdade nunca mais fiz). Hoje estudo outros idiomas.

O mais importante de tudo isso para mim é você nunca se achar "velho demais" para aprender algo. Ou desmerecer a importância desse conhecimento. Aprender idiomas é uma delícia (eu sempre gostei e sempre encarei como algo bom) e é algo que abre nossos horizontes para o mundo. Independente de carreira, todos deveriam estar interessados em se comunicar com outras pessoas de fora do Brasil. Afinal, quem não gosta de viajar e entrar em contato com outras culturas?

Não vejo a hora de voltar a ter mais tempo e me dedicar mais a esse assunto!

Espero que eu tenha ajudado!

Abs,
IFM

sábado, 6 de outubro de 2018

Eleições 2018

Finalmente esse cenário lamentável em que estamos está perto do fim.

Além da abundância de candidatos com nível bem ruim, pior é ver amigos se desentendendo por conta de um voto. O mundo está cada vez mais polarizado e cada vez menos tolerante/aberto ao diálogo. É uma pena.

Não vou discutir votos aqui, cada um sabe o que faz.

Olhando para o lado de investimentos, estamos vendo uma pequena "recuperação" nos valores da bolsa. Só nesta semana eu tive uma recuperação de 2k. Lembrando que estou bastante negativa na RV, devido principalmente à Multiplus, Smiles e Ezetec.

Continuo no ritmo de ponto morto colocando meus valores de aporte em RF. Com valores altos nela, consigo ver a bola de neve ir aumentando sem muitos esforços.

Por outro lado, sigo firme e forte me dedicando ao trabalho.

Vamos ver no que vai dar essas eleições amanhã. Estou torcendo pelo melhor para o Brasil, a gente merece depois desses últimos anos.

Abs,
IFM

sábado, 29 de setembro de 2018

Fechamento de Setembro/18 - R$ 1.076.308,15 (+ 2,26%)

E aí pessoal, tudo bem?

Setembro passou mais do que rápido. Mês muito melhor que o desgosto de Agosto. E seguimos firmes no propósito! Aproveitei este mês para dar um grande gás no trabalho: quero fechar este primeiro ano de emprego novo muito bem. Quero me consolidar como uma boa profissional neste início para poder galgar salário e cargos melhores. E sebem como é: a primeira impressão é a que fica. Importante se dedicar neste início.

Algumas coisas que falei no mês passado que talvez ia fazer neste próximo mês deixei de lado: a ida ao médico (sério, preciso ver isso), o visto americano (que desisti de tirar neste ano: sério que 160 dólares é um valor "justo" para um visto? vou deixar o dólar cair para eu tirar), exercícios físicos que também não voltei com força total por uma desculpa básica do frio (sério, o frio me impede). 

Mês bom, sigo tranquila e focada no trabalho pensando em sair dessa matrix o mais rápido possível.

Indo aos números agora:

Aportes: R$ 18.700,00 - Vendi meus euros! Uma pessoa do trabalho estava indo para a Europa e vendi meus euros a 4,88. Achei um bom negócio - para a pessoa e para mim. Continuo com minhas doletas que estou esperando dar um novo pico para vender, vamos ver.

Rendimentos: R$ 5.044,60 (representam 0,48%) - Um pouco melhor que o mês passado, mas bolsa ainda com algumas dificuldades de retomar a alta. Passando esse verdadeiro inferno de eleições devemos voltar ao "normal" se nenhum louco for eleito. 

Total de crescimento do portfólio em Setembro: R$ 23.744,60 (+ 2.26%) - Aportes nestes últimos meses garantindo um número bom e especialmente a volta dos euros para valor em reais também recheando o resultdo deste mês.

Renda Passiva (utilizando a TSR de 4%): R$ 3.587,69 - Aqui estou vendo a grande diferença que um montante alto faz. Este número tem crescido com uma velocidade boa e é ele que me faz ficar ainda mais forte para lutar no dia-a-dia.

Onde apliquei neste mês: renda fixa e uma parte ainda em conta corrente esperando pela aplicação (provavelmente vou em renda fixa pós fixada, queria aquele pré-fixado que comentei no post passado, mas perdi o timing - shame on me).

Relação RV vs RF: 6% do meu portfólio está em RV. Não pretendo aportar muito mais em RV nestes próximos meses, sei que estamos com uma boa promoção em alguns ativos, mas prefiro não arriscar mais e esperar esses tempos passarem para pegar uma nova promoção no futuro.

Como eu estou com relação à minha meta do ano (1,05kk - atingida. Nova meta: 1,15kk): Com 1,07kk, pensando que nos próximos meses ainda teremos 13º, se não tivermos grandes quedas na RV estou achando bem possível atingi-la.


Olhando para Outubro, quero continuar bastante focada em fechar um bom ano no trabalho. Talvez seja o mês que eu decida ter uma nova companheirinha (pet) em casa, estou estudando possibilidades (sempre estudando né? rsrs). Quero retomar, se esse calor se consolidar, os exercícios físicos e dar uma segurada nos gastos. Em setembro gastei com bastante itens supérfluos e de forma parcelada, o que fez minha fatura do cartão de crédito já ficar alta  para os próximos meses.

Também quero planejar uma viagem para algum dos feriados em novembro. Preciso sair e me distrar também no meio do caminho dos próximos meses para poder continuar focada até dezembro. Com isso,a idéia é já começar ano que vem com alguns reconhecimentos salariais e, quem sabe, aumentos de aportes para ter um ano ainda melhor em 2019.

Abs,
IFM

sábado, 22 de setembro de 2018

Novos Aportes: sugestões?

E aí pessoal, como estamos?

Reta final do mês de Setembro e a verdade é que estamos nos encaminhando para o fim do ano. Outubro, Novembro e Dezembro costumam passar super rápido devido aos feriados e as festanças que nos aguardam. Parece que foi ontem que eu estava refletindo sobre o que queria atingir em 2018 e escrevi aqui o post sobre minhas metas.

Também não podemos deixar de pensar que por mais que sejam 3 meses que passam rápido, estamos falando de 1/4 ou 25% do ano. Deveria ser tempo suficiente para fazer algumas correções de rota e até dar um gás em alguns pontos para atingir nossas metas. Fica aí a reflexão para vocês.

Hoje eu queria uma sugestão de vocês. Com a instabilidade político-econômica que estamos e até a falta de previsibilidade, estão refletindo muito em algumas opções para colocar meus aportes e não estou conseguindo decidir. Tive um valor considerável (12k) que voltou para a minha conta corrente na corretora depois de um vencimento de um CDB  e me pergunto que eu deveria fazer com ele. Vamos às opções que pensei:

  • CDB pré-fixado banco Pine - 13,xx%, prazo de 5 anos: a taxa parece boa, o banco eu até gosto apesar de estar tendo alguns prejuízos, mas 5 anos é MUITA coisa. Estamos falando de um % pequeno do meu patrimônio, mas ainda assim não quero ficar no prejú e nem correr muitos riscos. 
  • LCA de 97,5% pós fixado, uns 2 anos de prazo: esse daqui é o que eu tenho feito nos últimos meses com meus aportes. Pouco risco, só mantendo a bola de neve crescendo
  • Abrir conta em algum outro banco pequeno que hoje eu não tenho? Aqui coloco essa opção porque hoje tenho boas taxas em alguns bancos que tenho conta aberta (Inter, Sofisa e Daycoval), mas cheguei no meu "limite" com eles do FGC, ou seja, estou chegando nos 220k que eu me coloco de limite no caso de algum deles falir (deixo uns 30k de margem pensando no rendimento do próprio investimento). Vocês tem conta em algum outro banco que recomendam?
  • Alguma outra opção que não estou vislumbrando?

Não estou muito afim de colocar essa grana em ações ou qualquer outra RV. A semana foi boa para  o Ibovespa e vi uma certa recuperação nos valores, tomara que se mantenha.

Qual a estratégia de vocês para os próximos aportes dos próximos meses?

Abs,
IFM

domingo, 16 de setembro de 2018

Resenha de Livro: A Sutil Arte de Ligar o F*da-se

E aí pessoal, tudo bem?

Enquanto amargo grandes prejuízos na RV (Smiles chegando a quase 50% de desvalorização) e penso nas lições que tenho a aprender (e como meu patrimônio poderia estar bem mais alto se eu tivesse com esse dinheiro na RF...rs), aproveito para ler o meu SEGUNDO livro do ano.

Antes tarde do que nunca, mais uma vez. E esse livro me surpreendeu. Não esperava muito dele, achava que eu ia me deparar com frases do tipo: não encane, a vida é muito curta para se preocupar e coisas assim. A verdade é que ele é bem interessante e sai um pouco da caixinha.

Demorei exatos 3 dias para lê-lo. Poderia até ter sido menos. Fato é que ele é um livro muito fácil de ler, parece que você está tendo uma conversa com o autor, do qual eu virei fã. Gosto de livros descontraídos assim, a leitura fica leve e parece que você saiu de um grande Happy Hour com amigos. Recomendo.

Vou trazer algumas das mensagens principais do livro aqui, portanto, os parágrafos abaixo contém spoilers!

Uma das principais mensagens do autor é: não fuja dos seus sentimentos, sensações e adversidades da vida. Elas acontecem justamente para te fazerem aprender, sobreviver e evoluir. Enfrentar essas situações faz com que tenhamos coragem e perseverança. E aí que está a grande chave do livro: a gente acha que felicidade é ausencia de adversidade. Mas isso não existe. O que existe são adversidades pequenas e são essas que torcemos para ter, mas não existirá um momento (nem na IF) em que só teremos soluções. "Tudo que vale a pena na vida só é obtido ao superar o sentimento negativo associado a ele".

Os livros de auto-ajuda normalmente recomendam o contrário: não pense nos problemas, visualize momentos de felicidade, ignore sentimentos ruins. Não é isso que o autor propõe. A idéia aqui é justamente enfrentar a vida de peito aberto, estando pronto para tirar o melhor de cada fase.

Ligar o f*da-se para ele então não significa ser invulnerável, mas se sentir confortável com a vulnerabilidade. E isso não é fácil. Precisamos de um foco muito grande aqui para poder aprender isso e evoluir.

Outro ponto que é dito pelo livro é que você precisa escolher com o que vai se importar. Se importar com tudo não é saudável e com o nada também não. O que é importante para você? É com isso que você vai se importar, o resto, bem, o resto f*da-se.

Nós não gostamos de problemas. Mas eles existem e sempre vão existir. O que temos é que torcer e nos desenvolver para termos problemas cada vez menores. Pensando um pouco na minha vida, ficar desempregada quando eu tinha 100k na conta era um cenário terrível. Hoje, continua sendo algo que me preocupa, mas com 1,05kk na conta não é igual ao que eu sentia no início da caminhada da IF. No futuro, alguns dos problemas que terei serão: como investir meu dinheiro de forma a minimizar o risco de perdê-lo? Limite dos 250k do FGC + 1kk por CPF está aí. Como fazer? Com certeza um problema muito menor do que o de juntar 1kk.

Alguns dos pontos que o autor revela que nos atrapalham são: negação e vitimização. São duas coisas me incomodam muito nas pessoas com as quais eu convivo. Negar problemas e fingir ter uma vida 100% feliz não vai te fazer mais feliz. Se vitimizar culpando sempre alguém ou alguma coisa pelos seus problemas é pedir para ter uma vida completamente triste (convivo bem de perto com uma pessoa assim no trabalho, é terrível).

Outra frase que me marca no livro: "sentimentos são apenas sinais biológicos criados para empurrar as pessoas na direção de mudanças positivas". Nunca tinha parado para pensar nisso, e isso é genial! "Qual dor você está disposto a suportar? O caminho da felicidade é cheio de obstáculos e humilhações". Pensemos, nós no caminho da IF nos sujeitamos a coisas no trabalho e na vida pessoal que muitas pessoas não podem nem imaginar. E qual será o resultado disso? Uma vida mais plena e com procupações menores no futuro, enquanto as outras pessoas lutam até o resto da vida trabalhando de forma morna. "Você é definido pelas batalhas que está disposto a lutar". E é por isso que formamos esta grande comunidade da finansfera aqui.

Adversidade e fracasso fazem adultos mais fortes. Aqui nem preciso explicar, não? Quantos de nós viemos de origem bastante humildes, enfrentamos o diabo para nos diferenciar da massa e estamos aqui muito mais próximos do que um dia já tivemos na IF? Somos fortes, amigos.

 "No final das contas, tudo que pensamos e sentimos sobre uma situação se resume ao valor que damos a ela". Aqui falamos de propósito amigos. Porque economizar para nós é muito mais fácil do que para uma pessoa que nem conhece o significado da IF? Simplesmente porque nós temos o propósito de chegar lá.

O livro traz uma parte bem importante sobre os valores. Os valores é que nos dizem o que é importante para nós, como vamos reagir em determinadas situações e porque iremos nos importar com algumas coisas. Se queremos mudar nossos sentimentos e reações, precisamos mudar nossos valores. O autor nos encoraja a ter valores realistas e controláveis.

Outra parte do livro fala sobre escolhas. E aqui é a grande chave que ainda preciso aprender, e muito. Quando paramos de nos vitimizar e escolhemos como vamos reagir a determinados assuntos, nossa vida muda: "eu escolho me importar com o que? escolho basear minhas ações em quais valores? escolho avaliar minha vida segundo quais parâmetros? e será que escolhi parâmetros bons? bons parâmetros e bons valores?"

A diferença entre culpa e responsabilidade também é uma parte muito interessante do livro. Às vezes as pessoas culpam os outros pelos assuntos mais bobos. Por exemplo: eu não tenho culpa de ser baixinha. Mas eu tenho a responsabilidade de fazer algo com o como eu me sinto com relação a isso. Quando começamos a mudar esse mindset, passamos a ser os verdadeiros donos das nossas vidas.

A postura de aprendiz também é ressaltada no livro. Normalmente gostamos de dizer que já sabemos sobre algum determinado assunto. E aí que está o erro. Quando adotamos uma postura de que sempre temos algo a aprender, mesmo sobre aqueles assuntos que já sabemos muito, nos tornamos humildes e passamos a aprender muito mais. Nos permitimos errar, e evoluir. Uma série de crenças deixam de existir, porque na verdade você não tem mais crenças. Superamos traumas, pensamentos e idéias pré-concebidas.

Mais para o final do livro, o autor também explica sobre o ato de falhar e seus benefícios. Apenas quem não tem medo de falhar que corre riscos e alcança algo maior (seria minha querida RV aqui? rs). Quando temos um problema, o melhor é não gastar horas e horas pensando nele, mas passar para a ação. Cientificamente, ação = inspiração = motivação  = ação de novo. É por isso quando começamos a escrever aqui nos nossos blogs normalmente saimso ainda mais inspirados e motivados.

Por fim, entramos numa parte sobre relacionamentos saudáveis e não saudáveis. Uma parte bem interessante é que o autor fala que relacionamento onde o outro projeta  resposnabilidade e causa dos problemas na outra pessoa, esse não pode ser um bom relacionamento. Confiança, independência e liberdade de ambos os lados fazem de um relacionamento saudável.

O livro termina com uma mensagem de que não precisamos ter medo de nada e, quanto mais sentimos a morte, mais vivemos intensamente.

***

Muitas lições tirei desse livro. As mais ricas foram de pensar que estamos sempre errados e me livrar de crenças, além da questão das adversidades da vida.

É daqueles livros que dá voltade de ler de novo ano que vem e checar, de fato, o que evolui desde a última vez o que li.

Meu próximo livro, que já comecei (e que devo demorar um pouco dessa vez para ler) é A revolução dos bichos.

Tem um livro na minha cabeceira que dei uma abandonada, ele é bem chatinho. Estou lendo super aos poucos.

Abs,
IFM

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

A RF é minha pastora e nada me faltará





https://g1.globo.com/economia/noticia/2018/09/05/tam-decide-fechar-capital-da-multiplus-e-oferece-r-2722-por-acao.ghtml

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sábado, 1 de setembro de 2018

Fechamento de Agosto/18 - R$ 1.052.563,55 (+ 1,89%)

E aí pessoal, tudo bem?

Mais um mês passou e continuamos firmes e fortes na luta. A luta dos milhões. Felizmente um prejuízo que pensei que ia ter não tive, mas em compensação bolsa continua caindo em queda livre e os poucos dividendos que recebi este mês não foram capazes de segurar as grandes quedas.


Mês também de muito trabalho e dedicação. Continuo trabalhando como se eu não tivesse 1 milhão de reais. Dedicação máxima. Deixei exercícios de lado não só por isso, mas por preguiça com o tempinho que andou fazendo no mês passado.

Consegui renovar meu passaporte que era algo que eu precisava fazer desde quando voltei de viagem e estava enrolando. Agora meu próximo objetivo pessoal é ir a um médico (abandonei total idas a médicos desde o final do ano passado) e ver como eu tiro o visto americano.

Indo aos números agora:

Aportes: R$ 15.000,00 - Coincidencia ou não, foi um número fechado.

Rendimentos: R$ 4.493,85 (representam 0,43%) - 4k a menos que no mês passado (uau!). Bolsa caindo, estou perdendo e MUITO em Smiles e Multiplus. Demais ainda no vermelho, mas não com a folga que tenho nessas duas até chegar ao preço médio. Por outro lado, RF também rendendo seus míseros 6% a.a. em média. Estamos aí então, segurando os cintos nessa época de eleições.

Total de crescimento do portfólio em Agosto: R$ 19.493,85 (+ 1.89%) - Número bom, mas recheado de aportes. Queda também em 4k do valor total vs mês passado. 

Renda Passiva (utilizando a TSR de 4%): R$ 3.508,55 - Uhul, 3,5k de renda passiva atingido! Que número lindo, que sonhoooo!!!

Onde apliquei neste mês: uma parte ainda está na conta corrente (estou decidindo o que fazer) e outra foi em ITSA3.

Relação RV vs RF: 8% do meu portfólio está em RV, mix de queda dos preços e compra nova.

Como eu estou com relação à minha meta do ano (1,05kk): ATINGIDA! Agosto, mês do desgosto, foi também o mês que atingi minha meta! Gratidão às oportunidades que a vida me deu desde o final do ano passado. Agora, traçei uma nova meta para fim de 2018: 1,15kk. Atingivel ou não, quero ser capaz de juntar mais 100k até o final do ano, ou seja, em 4 meses. Considerando que cresci 23k mês passado, 19k este mês, considero um tanto quanto desafiador. Vamos ver.


Setembro é um mês que quero fazer muitas entregas no trabalho, deixar o caminho aberto para um bom final de ano. Talvez seja o mês também que eu venda meus dólares e euros (que não estão contabilizados aqui), porque encontrei muitas pessoas interessadas agora (essas altas não terminam, único investimento que tenho bem positivo! rs).

Aproveitei ontem para comprar uns bons livros na Amazon, estou lendo neste momento um livro que não curti muito (título: ocupado demais para ler este livro) e os que comprei foram:
- Mindset
- A sutil arte de ligar o f*da-se
- Ferramenta de titãs
- A revolução dos bichos
- O investidor inteligente


A Amazon estava com frete grátis e descontos incríveis (ainda tem alguns bons livros neste fds disponíveis e o frete continua grátis até amanhã se não me engano). Mais uma oportunidade boa de promoção aproveitada! Cartão de crédito no mês que vem virá "bombando", rs.

Abs,
IFM